Vida no Planeta

Teoriza-se de que a vida, em nosso planeta, ocorreu através da “animação” de determinadas matérias inanimadas.

É a teoria que dá conta da chamada “sopa fundamental” ocorrida em um ambiente que tornou possível a existência da vida a partir de processos químicos e físicos.

Porque a vida teria surgido no meio líquido e aflorado à superfície a partir do momento em que houve condições propícias.

A presença da água tornou possível o surgimento dos primeiros seres unicelulares. E mesmo fora do meio líquido, o elemento água ainda é o responsável pela manutenção da vida.

Olhando a vida sob esse prisma, é fácil se espantar que a existência da vida se dê a partir de elementos materiais que se entrelaçaram.

Uma quase infinita combinação de elementos naturais deram como resultado uma forma de existência conceituada como vida.

E o que seria a vida, afinal? Apenas uma combinação complexa de elementos que se perpetuam num tempo definido?

Por sermos elementos materiais com combinações complexas, é natural especularmos sobre a própria existência.

Aliás, é incrível constatar como combinações complexas de elementos fundamentais chegaram ao ponto de tentar definir a própria existência.

Mas a vida é um conjunto de existências de elementos fundamentais sob combinações complexas que se desenvolvem em um meio terreno específico.

Dependemos desse meio específico que ajudou no nosso desenvolvimento enquanto ser vivo.

Mas, tendo como base a teoria mais aceita sobre a nossa existência enquanto seres vivos, seria correto aplicá-la a outros mundos?

Será que em outros mundos, em outros planetas, o que poderíamos conceituar como vida poderia surgir sob outros fatores tão ou mais complexos?

É incrível como o homem alcança, cada vez mais, nem que seja a passos de tartaruga – dado o tamanho do universo -, uma visão geral de outros mundos.